Na menopausa o intestino muda. Ele pode ser seu aliado ou seu ponto fraco...


A queda do estrogênio e progesterona na menopausa afeta a microbiota intestinal, reduz a diversidade bacteriana e aumenta o risco de inflamações, inchaço, má digestão, constipação, ganho de peso e alterações no metabolismo da glicose.


A diminuição do estrogênio e progesterona durante o climatério também afeta a barreira intestinal, que fica mais permeável, abrindo espaço para o que se chama de translocação microbiana – ou seja, a passagem desses micro-organismos para outros órgãos.


A diminuição do estrogênio no organismo faz com que ocorra um aumento na quantidade de cortisol no sangue, o que por sua vez, retarda o processo digestivo. Além disso, pouca progesterona pode fazer com que a atividade de digestão no cólon desacelere. Quanto mais tempo os restos de comida permanecerem ali, mais secos eles ficarão, causando constipação.


Na minha prática clínica, foco em estratégias para regenerar a mucosa intestinal, equilibrar o eixo intestino-hormônios e ajustar nutrientes que atuam diretamente nos sintomas da menopausa. O intestino pode ser um suporte importante nesse momento de transição menopausal. 


Menopausa com qualidade de vida começa com um intestino saudável e uma boa Nutrição.